quarta-feira, 1 de maio de 2013

O ciclo


O homem é um ser estranho, muito estranho.
Corpo físico numa vida racional e sentimental tudo junto, envolto a uma misteriosa eternidade espiritual, sempre busca do seu verdadeiro eu. 
Estas três características presentes na raça humana forma uma trindade profundamente interligada, porém, com aspirações diferentes. 
A partir do momento em que o homem deixa o ser racional tomar conta de sua existência, as outras características entram em colapso, não é a razão quem dita o modo como se devem conduzir a vida, mas sim a nossa consciência espiritual.
O corpo físico é deste mundo, a razão, a consciência, o sentimento, na verdade são meios que temos para identificar qual é a missão a ser cumprida aqui e tirar o melhor proveito da passagem por este mundo, buscando a completa evolução do espírito. 
A unica coisa que se leva daqui é o espírito evoluído, a eternidade nos pertence!
É preciso manter o espírito livre, livre de qualquer crença, de qualquer conceito ou preconceito. 
As únicas regras a seguir são as do amor incondicional ao próximo e principalmente a si mesmo, a do respeito, da caridade, da fraternidade. Lembrando que o criador esta presente em todas as criaturas. 
É importante ser você mesmo, cada um com seu modo de ver e viver a vida, desde que tais atitudes estejam alinhadas a evolução espiritual, aproveitando ao máximo, tudo o que é oferecido com todo amor celestial.

PAZ E LUZ!

( Gilson Soares)  

LIBERDADE

A sociedade impõe regras e comportamentos que julga serem os mais adequados - "mais adequados a suas ideologias hipócritas -" regras que servem apenas para mascarar os desvios daqueles que, nas sombras cometem os piores atos. Justamente aqueles que estão descritos nos códigos existentes para preservar a moral e os bons costumes.
Acometendo-os ao próprio julgamento e em reação a covardia dominadora de seu próprio querer, acabam por perseguir aqueles que não se importam com a opinião de terceiros. Aqueles que tiveram a coragem e capacidade de forma digna responsável de se desnudar da velha roupa tecida pela hipocrisia e outras balelas pregada pela sociedade politicamente correta.  

( Gilson Soares)